domingo, 23 de janeiro de 2011

A carta que eu neguei




Eu não sei se devo entregar meus segredos,essa carta que escrevo,não sei o que ela diz,já faz tempo que te deixo gravado nas folhas minhas varias rimas,frases e textos.Desenhei o mapa,escrevi um manual, dentre as letras esta o mapa, o manual tu conquistas todos dias, basta saber me sorrir, sempre, um sorri de alegria,então meus lábios se espelharão no seu e teras o sorriso mais sincero.

Ele caminhou um pouco,depois de atender o telefonema,apenas para encontrar-me, avistei ao chegar,pudi observa-lo e o chamei, conversamos um pouco e fomos a outra casa, mais um pouco conversamos,até que ficamos só.Escolhi tal momento para lhe entregar a carta,retirei-a da bolsa, pensei varias vezes, tentei lembrar o que estava escrito, e nada, pensei em não entregar a carta, porem fostes rapidos, me surpreendestes, roubaste-me um beijo e uma carta, mais um pouco, temia, levasse meu coração.
Como é engraçado como nos escondemos,e os beijos são sempre um segredo nosso,as pessoas não sabem,mas suspeitam de nós,até que já não me cabe mais o disfarce.
Eu sempre gostei de teatro e de estar no palco a sós,sempre curti minha liberdade e temi o apego,perdi paixões e amores,mas não perdi a liberdade que pensei construir.
Agora veja-me,estou no palco e chamo-te, para também ser ator,e feliz artista,escrever comigo mais um dia e escrevestes!

.Todos dias são bons, mas alguns também são boas histórias.

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